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Biografia de Frans Krajcberg


Frans Krajcberg nasceu em Kozienice na Polônia no ano de 1921. Na universidade de Leningrado estuda artes e engenharia, torna-se oficial do exercito polonês de 1941 a 1945 durante a II Guerra Mundial. Após a guerra ingressa na Academia de Belas Artes de Stuttgart na Alemanha.




No ano de 1948 imigra para o Brasil e fixa-se em São Paulo, participando em 1951 da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, expondo duas pinturas. Mudou-se para o Paraná para trabalhar como engenheiro numa fábrica de papel, mas acabou se dedicando à pintura.




A vinda para o Brasil modifica a criação figurada representativa da natureza pintada por Krajcberg, depois de entrar em contato direto com a natureza brasileira no interior do Paraná (1952-1956) acaba por se tornar expressionista. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1956 e em 1957 naturaliza-se brasileiro. A partir de 1958 muda simultaneamente para o Rio, Paris e Ibiza.




Na Bienal de São Paulo em 1957 conquistou o premio de melhor pintor nacional. Foi premiado também no Salão de Arte Moderna e na bienal de Veneza de 1964. Desenvolveu paralelamente pintura, escultura e fotografia.




Realiza fotos do desmatamento da Amazônia e pública o livro ‘ A cidade de São Luiz do Maranhão’ com fotografias de sua autoria em 1986. Em 1998 recebe o premio Multicultural Estadão. Em 2000, são lançados os livros ‘ Frans Krajcberg-Revolta’ e ‘Frans Krajcberg-Natura’, ambos pela editora GB arte.




Krajcberg diz: “A minha preocupação é penetrar mais na natureza. Há artistas que se aproximam da máquina; eu quero a natureza, quero dominar a natureza. Criar com a natureza, assim como outros estão querendo criar com a mecânica. Não procuro a paisagem, mas o material. Não copio a natureza”.














Cronologia









1921 – Nasceu em Kozienice, Polônia.




1948 – Transfere-se para o Brasil, fixando-se seguidamente em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.




1951 – Exposição Individual.




1957 – Ganha o Premio de melhor pintor nacional na IV Bienal de São Paulo.




1958 – Passa a residir alternadamente em Ibiza e Paris com retornos periódicos a Minas Gerais e ao Rio De Janeiro.




1961 – Mostra “O Relevo” (Paris).




1962 - Mostra “O Relevo” (Paris).




1964 – Na XXXII Bienal de Veneza recebe o premio Cidade de Veneza.




1966 – Sala especial na I Bienal Nacional de Artes Plásticas (Salvador).




1972 – Panorama de Arte Brasileira (São Paulo).










*FOTO: Catálogo Odorico Tavares - A Minha Casa Baiana: Sonhos e Desejos de um Colecionador (pág. 233). Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. São Paulo, 2005.


 
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