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Biografia de Joaquim Figueira


Joaquim Lopes Figueira Junior (São Paulo, 3 de fevereiro de 1904 – Ribeirão Preto / São Paulo, 10 de agosto de 1943), pintor, designer gráfico e escultor. Estudou Escultura e Cerâmica no Liceu de Artes e Ofícios (instituto em que, mais tarde se aprimorou em Desenho e Artes) ao mesmo tempo em que frequentou o ateliê de Waldemar Belisário. Depois, com a ajuda de Raphael Dazzani Galvez foi aluno do escultor Nicolla Rollo.

Em 1925, trabalhou na Oficina de Escultura e Marmoraria Silvio de Mauro, em Taguatinga. Durante quase 20 anos produziu obras em mármore e modelagem para a Casa Maia. Aos 29 anos de idade, instalou seu ateliê com o escultor e médico Eduardo O. Pirajá.

No final da década de 30 e início de 40 passou a integrar a Família Artística Paulista (que possuia artistas como Bonadei, Volpi, Rebolo e Graciano) e muitos de seus amigos artistas faziam parte do Grupo Santa Helena.

Montou um ateliê com Bruno Giorgi. Depois recebeu menção honrosa quando participou – junto com Raphael Galvez – do concurso internacional Homenagem a Duque de Caxias e trabalhou como auxiliar do escultor Hélio de Giusti.

Por ter sido criado próximo à vilas operárias, presenciou o cotidiano e desenvolvimento das fábricas e do comércio. Sua obra mostra paisagens de bairros periféricos e cenas, vistas por ele, nos bairros de São Paulo.

Em 1943, na cidade de Ribeirão Preto, deu início aos trabalhos encomendados pelo Coronel Junqueira, mas alguns meses depois faleceu precocemente. Mesmo assim, Figueira conseguiu ver – mesmo que por pouco tempo – seu trabalho valorizado no panorama artístico.

Montou seu ateliê, onde desenvolveu projetos para a realização de esculturas em bronze, no entanto, o alto custo necessário dificultou o trabalho final das peças, que na maioria ficaram como matrizes em gesso.

Por ter sido um escultor cuja segunda opção era a pintura, seus quadros apresentam composições modernista-expressionista bem estruturadas. Tais obras também revelam as influências das ideologias do Grupo Santa Helena ao mesmo tempo em que se afasta das vanguardas e regras acadêmicas.

Em 1944 na cidade de São Paulo, várias homenagens póstumas foram realizadas, no entanto, duas exposições se destacaram: o Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos e a mostra do Salão Itá.




 
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