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Biografia de Luiz Sacilotto


“Depois da invenção da máquina fotográfica, não faz mais sentido pintar figuras”.

Luiz Sacilotto (Santo André / SP, 22 de abri de 1924 – São Bernardo do Campo / SP, 9 de fevereiro de 2003), pintor, escultor e desenhista. Filho de imigrantes italianos, Sacilotto estudou pintura na Escola Profissional Masculina do Brás e desenho na Associação Brasileira de Belas Artes. Trabalhou como desenhista de letras de alta precisão no Sistema de Máquinas Hollerith em São Paulo, no escritório de arquitetura de Jacob Ruchti e como desenhista no escritório de arquitetura de Vilanova Artigas.

Aos 21 anos reencontrou Marcelo Grassmann e Octávio Araújo (colegas de seu antigo colégio) e os três, junto com Carlos Scliar realizaram a mostra 4 Novíssimos no Instituto de Arquitetos do Brasil (no Rio de Janeiro). A partir dessa exposição foram conhecidos como o Grupo Expressionista. Dois anos depois, participou da exposição 19 Pintores realizada na Galeria Prestes Maia (em São Paulo). Neste evento, Sacilotto conheceu Waldemar Cordeiro e Lothar Charoux que juntos fundaram o Grupo Ruptura (ao lado de outros nomes como: Geraldo de Barros, Féier, Leopoldo Haar e Anatol Wladyslaw).

O diálogo desse grupo foi de extrema inportância para o desenvolvimento das obras de Sacilotto, que no final da década de 40, já apresentava fortes influências do abstrato-construtivo; desse ponto em diante, bastou alguns passos para que suas obras (pintura e serigrafia) se tornassem concretistas (foi um dos fundadores do movimento concreto no Brasil; Sacilotto é sinônimo de arte concreta) e mais alguns passos para explorar efeitos ópticos (tornando um dos precursores da optical art no Brasil).

No ano de 1963 foi um dos fundadores da Associação de Artes Visuais Novas Tendências.

Seu trabalho consistia em aproximar-se da precisão aspectral de produtos industriais utilizando como suporte, chapa de cimento-amianto (deixando a tela de lado). Se aventurou pela tridimensionalidade quando passou a produzir relevos em alumínio pintado e uma sequência de esculturas em latão e alumínio.

Desde o início, uma das características de seus trabalhos era o distanciamento dos padrões acadêmicos e a aproximação das ideologias do Grupo Santa Helena. Passou a produzir obras de caráter expressionista densamente assinalado por cores e formas intensas.

Participou da Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo e no Rio de Janeiro, da exposição Arte Moderna do Brasil – ocorrida em várias cidades européias – , da exposição Projeto Construtivo Brasileiro de Arte na Pinacoteca do Estado de São Paulo e no MAM do Rio de Janeiro, de diversas Bienais Internacionais de São Paulo, da Bienal Brasil Século XX, da Bienal de Veneza, da exposição Tradição e Ruptura, da Bienal do Mercosul, da mostra Konkrete Kunst em Zurique e uma retrospectiva no MAM de São Paulo.

Recebeu o prêmio artes visuais da Associação Paulista dos Críticos de Arte (em 1989 e 2000), o prêmio Melhor Conjunto da Obra da Associação Brasileira de Críticos de Arte (2000), o Prêmio Governador do Estado do Salão Paulista de Arte Moderna, entre outros.




 
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